APIs de Gestão, Console e Telemetria
APIs de gestão, console e telemetria (console-api, gestão, métricas, status) protegidas por autenticação OIDC obrigatória.
A plataforma utiliza o modelo de Controle de Acesso Baseado em Funções (RBAC - Role-Based Access Control) integrado a Provedores de Identidade OIDC/OAuth2 para assegurar a governança, a segregação de responsabilidades e o controle de acesso sobre todas as operações do ecossistema.
O modelo de segurança é dividido entre a proteção nativa da infraestrutura/plano de gestão e a autenticação configurável no plano de execução de fluxos.
┌─────────────────────────────────────────┐ │ ARQUITETURA DE AUTENTICAÇÃO │ └────────────────────┬────────────────────┘ │ ┌───────────────────────────┴───────────────────────────┐ ▼ ▼┌──────────────────────────────────────────────┐ ┌──────────────────────────────────────────────┐│ APIS DE GESTÃO, CONSOLE E TELEMETRIA │ │ ENDPOINTS DE EXECUÇÃO DE FLUXO ││ (console-api, gestão, métricas, status) │ │ (POST /public, /internal) │└──────────────────────┬───────────────────────┘ └──────────────────────┬───────────────────────┘ │ │ ▼ ▼┌──────────────────────────────────────────────┐ ┌──────────────────────────────────────────────┐│ Autenticação OIDC Obrigatória (Plataforma) │ │ Entrada HTTP Aberta / Agnóstica ││ - Token JWT validado pelo IdP central │ │ - Sem validação JWT padrão na porta de entra.││ - Aplicação rígida de RBAC / Permissões │ │ - Autenticação delegada ao desenho do fluxo │└──────────────────────────────────────────────┘ │ (ex: nó Auth JWT consulta o OIDC) │ └──────────────────────────────────────────────┘APIs de Gestão, Console e Telemetria
APIs de gestão, console e telemetria (console-api, gestão, métricas, status) protegidas por autenticação OIDC obrigatória.
Endpoints de Execução de Fluxo
Endpoints de execução (POST /public, /internal) com entrada HTTP aberta e autenticação delegada ao desenho do fluxo.
Com exceção exclusiva dos endpoints de disparo e execução de fluxos, todas as demais APIs da plataforma (Console, APIs administrativas, telemetria, gerenciamento de projetos e publicação) exigem autenticação obrigatória via Provedor OIDC/OAuth2 corporativo (o mesmo utilizado pela interface do console-web).
Para as operações de gestão, as ações são restringidas com base nas roles do usuário logado:
Administrador
Gestão total do ecossistema, criação de ambientes, cadastro de instâncias de plugins e variáveis sensíveis.
Desenvolvedor
Permissão para modelar fluxos no Editor Visual, criar rascunhos e inspecionar logs em ambientes autorizados.
Publicador / Operador
Responsável pela promoção de versões de fluxos entre ambientes (dev → hml → prd).
Auditor / Visualizador
Acesso somente-leitura para inspeção de diagramas, métricas e observabilidade, sem permissão de alteração.
Os endpoints de disparo de fluxos na Engine (/public, /internal, /async) são concebidos de forma aberta e agnóstica na camada de rede/HTTP. A porta de entrada da Engine não impõe uma validação JWT global para permitir que a plataforma receba webhooks, requisições públicas ou chamadas de clientes heterogêneos.
A segurança e validação da requisição de execução são delegadas à lógica interna do próprio fluxo:
401 Unauthorized ou 403 Forbidden ao cliente.Embora a autenticação JWT seja delegada ao fluxo, a Engine aplica regras de isolamento com base no escopo da rota de chamada:
Escopo Público (`public`)
Permite acionamentos externos oriundos da internet ou de aplicações clientes.
Escopo Interno (`internal`)
Restrito para comunicação entre serviços da rede interna e subfluxos.
Escopo Agendador (`scheduler`)
Reservado exclusivamente para disparos temporizados disparados pela infraestrutura interna.